sexta-feira, 18 de junho de 2010

QUER PAGAR COMO??? QUE TAL UM TWEET!!!!!

Bom começou, o que parecia ser impossível ou impensável aconteceu, agora você pode pagar um produto dando uma simples twettada!!!
Não acredita, então entre no site: http://www.ohmygodwhathappened.com/ e veja o sistema revolucionário de pagamento!! O produto em questão é um livro que você baixa pela internet e seu preço não era em dinheiro e sim um tweet! Para baixar o livro você tem que divulgá-lo a todos os seus seguidores, e é feito automaticamente ao aceitar o download.
Como isso é feito, através do site: http://www.paywithatweet.com/ com ele você pode vender seu produto pelo singelo preço de um tweet! Barato? Caro? Como o próprio site diz: "no mundo de hoje, o valor de pessoas falando sobre seu produto é muito maior do que o dinheiro que ele poderia valer".
A venda pelo site é gratuita basta se inscrever http://www.paywithatweet.com/terms.html, aí vem outra pergunta e quem paga por toda essa operação??? O serviço é ofereciso pela Innovative Thunder para o próprio Twitter. Pode nascer, daí, o tal gerador de receita que o site tanto busca (ou um deles).
Marcas, por exemplo, poderiam aderir ao serviço na divulgação de produtos. O buzz seria mais provável, mas teriam que pagar determinada quantia ao serviço de microblogging.
Bom, é o começo de tudo e acho que vai ser com certeza ma excelente ferramenta de negócio!!!!

PAZ, SAÚDE, SUCESSO E FORTUNA!!!!!!!!

quinta-feira, 10 de junho de 2010

10 PERGUNTAS SOBRE MÍDIAS SOCIAIS AO PAPA PHILIP KOTLER!

Com sua obra Marketing Management, que se tornou uma bíblia nas faculdades de administração, o americano Philip Kotler, 78 anos, conferiu status acadêmico à disciplina, da qual se converteu em uma espécie de papa. Professor emérito da Kellogg School of Management e autor de livros traduzidos em mais de 20 idiomas, Kotler recentemente esteve em São Paulo, a convite da HSM. Nesta entrevista, ele esmiúça as dúvidas que pairam a respeito da influência que as chamadas mídias sociais terão nos negócios daqui para a frente. Em sua opinião, chegará o dia em que todas as empresas serão compelidas a veicular suas mensagens em sites como o YouTube.




1. De que modo as empresas devem utilizar redes sociais como ferramenta de marketing? Marcelo Bezerra

As companhias ainda não encontraram as respostas mágicas a respeito de mídias sociais, como Facebook e MySpace. Nelas, milhões de pessoas conversam sobre produtos e experiências de consumo todos os dias. É um novíssimo mundo, em que essas conversas terão mais influência do que os comerciais. Mas também tenho visto campanhas feitas para estimular o diálogo entre os consumidores. Muitas empresas de bens de consumo, como Dell e Burger King, têm realizado experiências nas redes sociais para ver o que acontece.

2. O site YouTube deve ser visto pelas empresas como uma ferramenta de marketing? Sergio Borges

As pessoas estão se entretendo cada vez mais assistindo ao YouTube. Talvez não irão até a página de uma empresa para assistir a um comercial. Mas como as companhias não sabem quem terá ou não interesse, vale a pena veicular comerciais curtos. Os vendedores, por exemplo, poderão enviar o vídeo para os clientes. Chegaremos a um ponto em que todas as empresas, grandes ou médias, terão um vídeo no YouTube. Lembre-se que clientes insatisfeitos também podem criticar ou satirizar uma marca no YouTube. As companhias hoje têm muito menos controle sobre o mercado.

3. Em meio a mudanças de comportamento de consumo e às novas ferramentas de marketing, como reconhecer o melhor caminho para cativar o consumidor? Samuel Augusto Orefice

As empresas devem, principalmente, entregar o que prometem e oferecer um excelente serviço. É sobre isso, na verdade, que os consumidores falam nas redes sociais. As pessoas aprendem rapidamente quais são as boas e quais são as más empresas. E essa propaganda boca a boca espalha-se muito rápido. Com monitoramento, você pode encontrar quatro cenários: 1) tudo o que se fala é negativo, o que é o pior cenário; 2) ninguém fala nada; 3) há quem fale de forma positiva e quem fale de forma negativa; 4) tudo o que se fala é positivo.

4. Na sua opinião, o que vai diferenciar o marketing da próxima década do marketing feito atualmente? Joacy Pedro de Macedo Medeiros

Não haverá uma mudança tão grande quanto a ocorrida há 20 anos, com o surgimento da internet. Não sei o que será a próxima grande invenção. O consumidor mais cuidadoso na hora de gastar talvez perceba que menos é mais. Ele descobriu que está trabalhando muito sem aproveitar tanto a vida.

5. Até que ponto o marketing de experiência é, de fato, eficiente para os negócios? Vanessa Dalmás

As empresas devem compreender que, em seus negócios, há design e venda de experiência. Um exemplo é a Starbucks. Ela tem condições de cobrar até US$ 4 por uma xícara de café, mesmo sabendo que o cliente consegue comprar mais barato. A experiência Starbucks é um punhado de coisas: é o seu terceiro endereço, depois da casa e do trabalho; é o lugar onde você passa um tempo para relaxar ou conversar com os amigos; é onde usa o computador o dia inteiro sem nenhum problema.

6. Como superar o desafio de fazer o cliente entender que nem sempre o menor preço é a escolha mais apropriada? Paulo Legutcke

A recessão mostrou que as melhores companhias são aquelas que oferecem produtos de qualidade por um preço baixo, como McDonald’s e Wal-Mart. As empresas que optam em vender produtos mais caros têm algumas alternativas. A primeira é demonstrar que a qualidade dos seus produtos é realmente superior. A segunda é criar uma outra marca, uma submarca, não tão boa quanto a primeira, mas satisfatória. Isso é interessante porque dá opções ao consumidor. Normalmente, o cliente acaba preferindo o produto de menor custo. Isso aconteceu com a Procter & Gamble e com a Colgate. Mas é melhor perder espaço para uma submarca da empresa do que para um concorrente.

7. De que forma a gestão de marcas pode contribuir com a gestão da empresa, em meio a uma crise econômica? Carlos Bittar Ghanem

Pode contribuir, sim, desde que a empresa já possua uma marca forte. Para enfrentar a recessão, essas companhias não serão obrigadas, por exemplo, a reduzir os preços tanto quanto as outras. Já as empresas que não investiram em branding estarão duplamente em apuros: além de fragilizadas, não poderão construir uma marca nesse momento. O branding exige recursos financeiros difíceis de obter nesses tempos.

8. Se o senhor fosse abrir uma empresa com base em algo inovador, qual estratégia empregaria para promover esse novo produto? Leandro Rodrigues de Oliveira

Se uma empresa é criada com muito dinheiro, provavelmente usará a mídia tradicional para chegar ao seu público-alvo. Mas se o dinheiro for escasso, precisará ser mais inteligente e construir sua reputação de forma mais barata, quase pessoa por pessoa. Uma opção é criar listas de e-mails e torcer para que a propaganda boca a boca se espalhe.

9. Como as grandes empresas devem superar a dicotomia entre oferecer alta lucratividade aos acionistas, no curto prazo, e sustentabilidade, no longo prazo? Enildo Amaral

As companhias, especialmente as de capital aberto, têm a tendência de tomar todas as decisões no curto prazo. Por isso, as empresas familiares levam vantagem: suas decisões não serão públicas. Se você tem um CEO que está prestes a se aposentar, suspeito que ele irá priorizar o curto prazo e tentará aumentar os lucros, reduzindo custos na área de pesquisa e desenvolvimento de produtos, deixando de contratar pessoas. Uma forma de evitar isso é reduzir a bonificação do executivo na saída.

10. Qual deverá ser o perfil do gestor de marketing dos próximos 30 anos? Gustavo Bernardes

Os novos marqueteiros estão fazendo melhor trabalho ao chamar seus subordinados e clientes para participarem do desenvolvimento de ideias e da concepção dos novos produtos. Chamamos isso de marketing de cocriação. Eles também estão percebendo que há dois tipos de consumidores: aqueles que se preocupam somente com o preço, que chamamos de clientes transacionais, e aqueles que querem algum tipo de consultoria ou até mesmo alguma customização, que são os chamados clientes consultivos.

[ via época negócios ]

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Novo projeto. Ser EMPREENDEDOR!!

Com a minha mudança pra Brasília tive a oportunidade de colocar em prática um sonho antigo, ter meu próprio negócio!

Depois de 10 anos trabalhando em empresa privada, consegui adquirir conhecimento e expertise necessária pra fazer o que eu gosto, que é vender e ensinar!!
Já vinha com projetos paralelos em MCZ, mais nada muito sério, algumas consultorias, aulas e palestras e com isso fui ganhando também experiência nessa área, o fato é que consegui ver o que queria fazer da vida, montar uma empresa de consultoria nas áreas de marketing, gestão e vendas, abrangendo o mercado digital e focado no varejo.
Estou acabando o Planejamento Estratégico Gerencial da empresa e acho que até o início do mês estamos no mercado!!
Estou lendo muita coisa, aliás lendo de tudo por mais que já tenha vivência e já ter dado consultoria nessa área de como abrir e gerenciar empresas, quando é a sua a dúvida, medos e incertezas são infinitamente maiores.
A primeira coisa é entender que se montar uma empresa só pra ganhar dinheiro e só seu sonho será apenas um seu sonho, pense diferente no retorno que seu sonho pode dar a sociedade, no conhecimento e inovação que vai nascer com seu sonho nas soluções pro mundo que sua empresa possa criar!
Por isso é tão difícil achar um negócio que dê certo, porque o dinheiro vem acima de tudo e com isso o caminho pro insucesso é imenso!

Hoje dia 07/06 meu aniversário, acabei de ler um post do Iuri Brito ( iuri@prumos.com.br) sobre esse assunto e achei muito legal, segue o texto.

As regras básicas primeiro

Seja simples: simples de fazer, gerenciar, com poucas pessoas e poucas entregas. Simples mesmo;
Seja lucrativo: orientado ao mercado e que garanta uma rentabilidade de 40% aos sócios;
Seja independente: pessoas inteligentes, com bons salários e incentivo para tocar o negócio.

Qual o resumo de um negócio?

Para resumir algo tão complexo como o negócio de uma empresa, aproveito um ensinamento interessante do livro do Guy Kawasaky ( A arte do começo).

Em três perguntas, você tem que resumir sua empresa:

Por que vamos iniciar a empresa? Para unir pessoas inteligentes, gerenciar empresas interessantes em um negócio de excelente qualidade e rentabilidade.
Por que o público deve comprar o produto? Porque oferecemos excelência em gestão no modelo 40-20-40 garantindo lucro para os sócios.
Por que gente qualificada deve trabalhar nela? Porque precisamos de poucas pessoas, recebendo ótimos salários, com reconhecimento e desafios.

Se você não sabe responder suas três perguntas, cuidado, pois algo muito errado está acontecendo.

Quem faz parte do seu negócio?

1. Sócios ou investidores: bonitas palavras. Mas vou resumir. Quem vai carregar a responsabilidade do negócio? Suas vantagens e preocupações? Aproveitando a deixa, que tal chamarmos eles de donos, os donos do lugar, felicidades e aborrecimentos? Justo?

2. Equipe operacional: euquipe, time, grupo ou como você queira chamar. Eu prefiro manter em pessoas. Seres humanos com vários desejos, que querem ter boas condições, fazer um bom trabalho e serem valorizados. Poderia chamar de sub-sócios, pois são realmente o negócio, mas sem o peso dos donos da responsabilidade. Seria justo chamar de funcionários os que fazem o negócio funcionar?

3. Custos do negócio: esses últimos são os piores. O que custamos, sempre contrariados a pagar. E não pensem que são os donos que pagam. São os donos, os funcionários e os clientes, tudo está no custo do produto. Simples assim: seu aluguel, impostos, tinta da impressora. Que tal mantermos em custo o que custamos a querer pagar ou comprar?

Entendendo o modelo 40-20-40

Se os donos carregam todo o peso, sugiro algo simples, que levem 40% de tudo que entrar nesse negócio. Simples assim, imagine sua empresa – vale a pena carregar o piano se todo mês 40% são seus?

Os funcionários, poucos, reconhecidos e bem remunerados, conseguimos fazer isso com 20%? Imagine se for 100 mil a sua receita e três pessoas para pagar? Parece que temos gordos 20 mil para três pessoas. Interessante?

Os custos… como odeio os custos. Vamos ser simples – 40% de toda a empresa vão para eles. Inclua impostos, investimentos, aluguel e o que mais imaginar. Coloque também uma parte para inadimplência e uma parcela para o lucro! Com 40% você consegue fazer tudo?

Legal né, bem simples e de fácil implementação!!

Bom, quando tiver mais novidades sobre o meu MEGA ULTRA SUPER EMPREENDIMENTO eu coloco por aqui!!!

PAZ, LUZ, SAÚDE, SUCESSO E FORTUNA SEMPRE!!!!